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Eu não assisto novelas, não sei cozinhar, tenho dificuldades em conjugar o verbo amar e as vezes faço um nó em meus pensamentos. Eu não sou sortudo. Por onde passo saio derrubando tudo, desde um vaso sobre a mesa ou até mesmo cortinas. O meu celular não é um dos melhores, o meu computador não é o mega rápido. Minhas roupas nem sempre são de marca, poucas são as vezes que não saio todo amarrotado, todo descabelado, com o tênis desamarrado e a calça larga. Eu não sou tão bom em criar amizades como sou um pouco melhor em futebol e outras coisas. Eu não consigo espirrar de olhos abertos, não consigo comer e conversar ao mesmo tempo - até consigo, deselegantemente. Na escola tenho dificuldades em subtrair e dividir, porém sou ótimo em multiplicar. A minha rua não é tão movimentada, a minha cidade não é enorme. Eu prefiro uma cidade pequena e com boas condições a invés de morar em uma metrópole onde não se pode nem mesmo andar que é esmagado pela multidão. Tem dias que até prefiro o campo. Bem melhor em uma rede deitar, ler, descansar e suavizar. Eu não tenho coordenação motora. Não passo muito tempo com os meus pais, não socializo com os meus vizinhos e não consigo ouvir música com um som mínimo - tem de ser no máximo ou no máximo, é assim. Me dão oito e eu escolho oitenta. Eu gosto de café e odeio chá. Todas as manhãs eu pego o jornal que o jornaleiro joga em meu quintal. Eu não uso sapatos, eu não sei fazer poesias. E que se foda essa porra de sociedade. Eu não sei ser outra pessoa, eu não sei disfarçar o meu ciúme e eu não me desapego facilmente. Odeio dizer um ‘eu te amo’ e dificilmente digo, apenas de último caso. Sempre quebro minhas promessas. Tenho preguiça de limpar ou lavar os meus tênis e são poucas as vezes que arrumo o meu quarto. Acho graça e faço pirraça quando meus pais implicam comigo. Não gosto de empilhar os meus livros, mesmo sendo poucos, odeio organizar minhas gavetas e também odeio arrumar o meu guarda-roupa. Não almoço junto com a família. Sempre separado, no quarto ou na sala e as vezes nem almoço. Eu não gosto de calor, de verão e tomo os meus banhos apenas em águas frias. Até mesmo no inverno. Eu não gosto de jogar baralhos e nem de ser o último da fila. Mesmo sendo o maior da turma. E, por fim, apesar de não conseguir ser uma outra pessoa, eu odeio ser eu. Um erro meu. Eu sou o meu erro.

— Eu sou o meu erro, Lucas Guerrero  (via rockandsoda)

(Source: desanimador, via sus-pirei)


Quote postado em 29/05/2012 às 10:20am | 568 notes | (reblogue this!)

(Source: fukingperfect, via mycuteway)


Photo postado em 23/05/2012 às 11:15pm | 1,305 notes | (reblogue this!)

“One day, all of you are going to be gone. And all of this, all of us will be nothing but a hazy memory. It will take you a second to remember everyone’s name. Someone will have to remind you of the songs we sung, the solos you got or didn’t get. Life only really has one beginning and one end, and the rest is just a whole lot of middle.”

(Source: jupid2, via rocknrollgirl)


Vídeo postado em 22/05/2012 às 11:38pm | 1,837 notes | (reblogue this!)

(Source: staypozitive, via sutil-ilusao)


Photo postado em 22/05/2012 às 10:21pm | 15,764 notes | (reblogue this!)

Eu não estava sozinha. Eu sabia disso. Pela primeira vez em muito tempo, eu estava me conectando –– estava conectada –– a outra pessoa. Como poderia estar sozinha? (…) Porque eu queria estar. É só isso que eu posso dizer. É a única coisa que faz sentido pra mim. Quantas vezes eu tinha permitido a mim mesma me abrir para alguém, para depois a pessoa jogar isso na minha cara?

Os 13 Porquês  (via segredosdeumpoeta)

(Source: trecho-de-livros, via segredosdeumpoeta)


Quote postado em 18/05/2012 às 9:08pm | 470 notes | (reblogue this!)

Eu superei. Não completamente, superei em partes. Meses chorando e finalmente me sinto livre novamente. Até parece uma sensação nova em minha vida. Permitir a mim mesma um novo recomeço, já não sinto mais aquela ansiedade incontrolável de falar com você, querer sua atenção 24 horas por dia. Não corro mais atrás e nem me lamento no final do dia por não falar com você. Experiência nova, sair daquela monotonia. Obviamente ainda me importo com você, quero sempre seu bem estar, mas estou aprendendo aos poucos a me importar comigo, me amar mais, tornar minha própria prioridade. Ainda amo-te, querido. Mas de um jeito mais inocente, sem cobranças, sem egoísmo. Estou permitindo-me encontrar a felicidade, encontrar meu ponto de paz sem esta a base de outro alguém além de mim mesma. Esse agridoce em minha vida esta me fazendo bem, o meio termo, “nem 8 e nem 80”. Querido, outro alguém esta me fazendo bem. Desculpe-me, mas todo aquele espaço em meu coração ocupado por você agora esta sendo ocupado por outras coisas, coisas que realmente me fazem bem. Outro alguém esta sabendo me contemplar com a felicidade apenas com poucas palavras, quem sabe esta na hora de arriscar de novo, me entregar. Calma, felizmente ou infelizmente você ainda continua em minha vida, tenho lembranças boas da gente, porém também tenho lembranças ruins, e me reconforto nos braços de outro alguém. Estou cultivando meus sonhos, a alegria de ter meu próprio espaço, e pode-lo compartilhar com a esperança de uma rotina melhor. Eu superei todas aquelas utopias, continuo com os devaneios, não me fazem mais mal, pelo menos não como antes. Eu superei meus sorrisos falsos e as noites mal dormidas. Eu superei todos aqueles que me rotularam como a menina que teria que sofrer até a eternidade. Não espero mais nada de você, sem expectativa, mas não espere que eu fique correndo atrás de você. Junto com a superação vieram as mudanças. Mudei muito. As mensagens de madrugadas? Esquece, estarei ocupada conversando no celular com outra pessoa. Às vezes apenas irei te agradecer depois de um “eu te amo”, sei que será chato, mas tem coisas que não mudam, ainda vou querer te irritar. Querido, superei tanto que aceito sua amizade, mas não me cobre nada mais que isso. Eu lhe amo, mas só irei te lembrar disso nos meus dias de bom humor.


                  —  Anita Murad.

Eu superei. Não completamente, superei em partes. Meses chorando e finalmente me sinto livre novamente. Até parece uma sensação nova em minha vida. Permitir a mim mesma um novo recomeço, já não sinto mais aquela ansiedade incontrolável de falar com você, querer sua atenção 24 horas por dia. Não corro mais atrás e nem me lamento no final do dia por não falar com você. Experiência nova, sair daquela monotonia. Obviamente ainda me importo com você, quero sempre seu bem estar, mas estou aprendendo aos poucos a me importar comigo, me amar mais, tornar minha própria prioridade. Ainda amo-te, querido. Mas de um jeito mais inocente, sem cobranças, sem egoísmo. Estou permitindo-me encontrar a felicidade, encontrar meu ponto de paz sem esta a base de outro alguém além de mim mesma. Esse agridoce em minha vida esta me fazendo bem, o meio termo, “nem 8 e nem 80”. Querido, outro alguém esta me fazendo bem. Desculpe-me, mas todo aquele espaço em meu coração ocupado por você agora esta sendo ocupado por outras coisas, coisas que realmente me fazem bem. Outro alguém esta sabendo me contemplar com a felicidade apenas com poucas palavras, quem sabe esta na hora de arriscar de novo, me entregar. Calma, felizmente ou infelizmente você ainda continua em minha vida, tenho lembranças boas da gente, porém também tenho lembranças ruins, e me reconforto nos braços de outro alguém. Estou cultivando meus sonhos, a alegria de ter meu próprio espaço, e pode-lo compartilhar com a esperança de uma rotina melhor. Eu superei todas aquelas utopias, continuo com os devaneios, não me fazem mais mal, pelo menos não como antes. Eu superei meus sorrisos falsos e as noites mal dormidas. Eu superei todos aqueles que me rotularam como a menina que teria que sofrer até a eternidade. Não espero mais nada de você, sem expectativa, mas não espere que eu fique correndo atrás de você. Junto com a superação vieram as mudanças. Mudei muito. As mensagens de madrugadas? Esquece, estarei ocupada conversando no celular com outra pessoa. Às vezes apenas irei te agradecer depois de um “eu te amo”, sei que será chato, mas tem coisas que não mudam, ainda vou querer te irritar. Querido, superei tanto que aceito sua amizade, mas não me cobre nada mais que isso. Eu lhe amo, mas só irei te lembrar disso nos meus dias de bom humor.

                  —  Anita Murad.

(via suicidio-sentimental)


Photo postado em 17/05/2012 às 8:20pm | 132 notes | (reblogue this!)

Tem dias que eu não preciso de alguém pra me escutar, me entender, me ajudar. Tem dias que eu não preciso das músicas que eu adoro, e nem das coisas que eu amo fazer. Tem dias que eu não preciso somar momentos bons e muito menos, histórias inusitadas. Tem dias que eu só preciso de um pouco de silêncio, e distância do mundo. Tem dias que eu só preciso ficar comigo mesmo.


Quote postado em 17/05/2012 às 8:16pm | 2,177 notes | (reblogue this!)
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jrbarreto:

Te trouxe essa canção - Jéssica Barreto (Cover)

Música ouvida 267 vezes
Música postado em 16/05/2012 às 11:08pm | 23 notes | (reblogue this!)

Como dizer adeus a uma pessoa que nunca se imaginou viver sem? Eu não disse adeus. Eu não disse nada. Eu me afastei.

— Do filme, “My Blueberry Nights”    (via jrbarreto)

(Source: congestus, via jrbarreto)


Quote postado em 16/05/2012 às 10:17pm | 1,262 notes | (reblogue this!)

Eu sei viver sem você. Sei andar, comer, falar, ver um filme. Sei sorrir e nem é de mentira. Solto gargalhadas e conto piadas e sou rodeada pelos meus amigos o tempo todo. Leio livro, malho, faço amizades. Sou por inteira sem você. Não existe nenhuma parte faltando, mas eu faço ela faltar. É que eu não preciso de você pra nada, mas quero você pra tudo. Eis o grande problema.


Quote postado em 16/05/2012 às 8:54pm | 762 notes | (reblogue this!)